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Foto: Bruna Kamaroski.

E o Cesar quem é?

 

Olá me chamo Fer, pai da Clarinha, essa denominação vem em primeiro lugar, pois afeta diretamente a ordem de todas as outras que possam vir ou existir no mundo (ao menos o meu). Ser pai foi a jornada mais louca que já embarquei, foi algo que mudou totalmente a minha forma de me relacionar com as pessoas. É incrível como a gente repensa nossos valores e é de certa forma um presente. Presentes, por mais que a gente acredite que fez por merecer ou não, sempre é dado por outra pessoa, neste caso a Bruna, minha esposa, maior incentivadora, companheira de trabalho e melhor amiga nas horas vagas. Esta é a minha base. 

A fotografia é uma forma de me relacionar com o mundo a minha volta. Tenho tido a oportunidade de encontrar pessoas interessantes e apaixonadas para registrar, gente de verdade, aí entramos um pouco no conceito do que é o meu trabalho. Pessoas reais, que vivem verdadeiramente, que me inspiram com seu amor pelo que quer que seja. Espero que as pessoas encarem uma sessão fotográfica como uma oportunidade de sair da rotina e curtir o dia de uma forma diferente. Muito mais do que um punhado de fotos bonitas, quero que tenham uma lembrança desse dia, que daqui a 20 ou 30 anos vocês possam abrir uma garrafa de vinho, olhar as fotos, dar boas risadas e se emocionar. Sabe aquela vontade de voltar no tempo? De reviver um momento? Ao meu ver é exatamente aí que entra a importância da fotografia. Em tempos em que tudo é controlado, em que o apelo visual é enorme, quero mostrar pessoas de verdade, gente que assim como eu, enxergue com os olhos do coração, e é justamente nessa conexão que está o que me motiva e me inspira no meu trabalho. 

 

Sobre o Cesar a gente conversa em uma outra oportunidade...